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H2 Homem

H2 Homem

Portugal é um país de modas! Amamos a estrangeirice. Temos grandes actores, mas os lá de fora é que são bons, escritores talentosíssimos, mas para lá da fronteira é que se escreve bem. Enfim, a máxima "o que é nacional é bom" parece valer mesmo, só para os pacotes de esparguete. Até nas definições ganharam os estrangeirismos. Tornou-se moda falar do bullying. Tradução: agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. Claro que isto é uma coisa horrível, inaceitável. Mas no meu tempo chamava-se: gozar com o gordo, dar-lhe umas belinhas... Porque é que as coisas ganham um peso maior quando têm um nome estrangeiro? Gozar, achincalhar, não é tão grave? Até porque há coisas que fazem parte da vida. As crianças são naturalmente cruéis. Fazem maldades umas às outras que não lembra o diabo. E eu sei do que falo. Como sempre fui cheiinho, nomes como badocha, banholas, gordo, faziam parte do meu dia a dia. Muito calduço levei dos mais velhos. Não era bom, custava, mas fazia parte da lei da selva. O mais fraco era "devorado" pelo mais forte. Estas situações devem ser vistas. Mas...bullying? Bullying porquê? Porque é que situações que já se repetem há anos, de repente ganham dimensão porque se passaram a chamar...bullying? Se calhar vão achar esta minha opinião disparatada. Mas acho que se passou a falar de algo que sempre aconteceu, só porque soa bem dizer...bullying. Claro que, volto a dizer, tem de se estar atento. Mas no que toca a modas, eu...é mais bullyings!

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